FAZENDA SANTA VITÓRIA

A Fazenda Santa Vitória em Queluz (distante 224 km de São Paulo e 202 km do Rio), no interior de São Paulo, é um destino para famílias e casais que buscam se reconectar com a natureza e tranquilidade. À primeira vista, o local pode parecer um hotel-fazenda comum. Mas basta uma visita à propriedade para entender que não é bem assim. A hospedaria centenária gosta de receber seus hospedes como um amigo que chega em casa, respeitando seus horários e gostos. O check-in, check-out e horários das refeições são flexíveis. O wi-fi funciona apenas na sede, mas a ideia de se hospedar lá é a busca pela vida simples, de paz e se desconectar das tecnologias, experienciando a vida no campo.

Lugar perfeito para passar o tempo com a família, fuga romântica e até mesmo destination wedding (para  pequenas celebrações). As paisagens impressionam: dentro da propriedade há, por exemplo, uma cachoeira com acesso exclusivo dos hóspedes. Plantações, pastos, florestas e um riacho formam a moldura ideal para um momento de aconchego, descanso e tranquilidade, saboreando a rica gastronomia da região do Vale do Paraíba. A Fazenda resgata um ambiente de época, e combina com a simplicidade da vida interiorana sem abrir mão do conforto. Na trilha rumo à cachoeira (distante 800 metros da sede), uma pausa nas casas das montanhas para apreciar a vista. Não assuste se, no caminho, encontrar um rebanho de vacas descansando nas sombras das árvores.

Sem frigobar nos aposentos, jarras de água estão sempre ao dispor dos hóspedes. Ao invés de chaves eletrônicas, os quartos têm trancas rústicas, que podem ser abertas por dentro e fora dos quartos e suítes. Entre as atividades, há passeios a cavalo, salão de jogos, piscina, sauna à lenha, bicicletas e quadra de tênis. O espaço combina o rústico de uma propriedade centenária ao charme e belezas naturais da Serra da Mantiqueira. Em diferentes configurações, os 13 quartos (incluindo as suítes da sede, quintal e as casas da montanha) comportam até 30 adultos e mais seis crianças.

O café da manhã é servido em estilo colonial, tradicional, com mesas postas na varanda da sede ou nos jardins, servindo pães fresquinhos, café, leite, jarra de sucos, bolo quentinho e frutas da estação: para começar bem o dia. Por ser uma fazenda que produz leite, o queijo branco e o iogurte (servido com granola doce de marca própria) são feitos pela equipe de cozinha, capitaneada pela cozinheira Mariza Santos. O pão de queijo, servido como waffle, surpreende pela textura fofinha. As geleias (entre outros sabores, há de laranja, cardamomo, morango e mexeriquinha do mato, todas produzidas na região) são destaque na mesa, assim como a manteiga artesanal.

Respeitando a sazonalidade dos ingredientes, o chef Pedro Siqueira montou um cardápio para priorizar frutos e folhas que vêm da horta e de fornecedores da região. O cardápio é simples, mas bem executado. Há seleção de pratos principais, clássicos e sobremesas, que variam ao longo do mês. A ideia é montar um cardápio para repassar cuidados e modos de preparo à Mariza Santos, comandante da cozinha por mais de três décadas (patrimônio da propriedade, ela era responsável pelos banquetes na propriedade antes de receber os hóspedes).

Almoços e jantares são servidos na varanda da sede, às vezes na sala de jantar para grupos menores, mas há uma área gourmet com churrasqueira e forno à lenha, onde é possível preparar refeições comemorativas mais privadas, com churrasco ou pizzas preparadas na hora.

Se a gastronomia é o forte, para encerrar as atividades em dias frios, que tal uma noite de fondue a dois ou um jantar surpresa com uma bela vista da serra? os passeios de bike ou cavalo e caminhadas lhe darão a oportunidade de se exercitar. Não há uma programação fechada. Quem se hospeda pode dizer o que gosta e a gestão se encarrega em oferecer atividades, como ioga ao ar livre ou massagens, armadas em uma cabana próxima ao caldário ou um tratamento com argila à beira do riacho. Nessa mesma área, é possível relaxar em um chuveiro, cuja queda d’água vem do riacho. Ali também funciona uma sauna a  vapor (alimentada à lenha), cuja construção é datada de 1923.

Casamentos, aniversários, encontros sociais e eventos corporativos são celebrados de forma única. A privilegiada localização, exatamente na metade do caminho entre o Rio de Janeiro e São Paulo, favorece a realização de encontros entre amigos ou familiares. A programação para um final de semana de celebração, incluindo decoração e cardápio especiais para o jantar, bolo e espumante, é pensada de forma única. Propriedade centenária, a fazenda Santa Vitória une o charme ao conforto, além de ser um destino romântico e de ecoturismo.

ACOMODAÇÕES

A fazenda tem seis suítes coloniais na sede centenária, que levam os nomes de Araucária, Cedro, Jacarandá, Manacá, Paineira, Quaresmeira e Ipê. Uma outra está pronta para receber famílias (um casal com até três crianças), com quartos conjugados com camas de casal e solteiro, banheiro compartilhado, espaço e todo o aconchego das suítes da sede. Além dessas, há quatro suítes quintal (com decoração contemporânea, dedicadas exclusivamente a casais), chamadas de Flamboyant, Aroeira, Mulungu e Sibipiruna. Todas possuem quintal privativo, com rede e espreguiçadeira em contato direto com a natureza. Por fim, as duas casas nas montanhas. Afastadas da sede, contrastam com o estilo colonial, aliando privacidade e modernidade. Foram projetadas para proporcionar uma experiência única de hospedagem. Cada unidade (chamadas Bem-te-vi e Sabiá) possui duas suítes completas, ampla sala, fogão a lenha, cozinha de apoio e varanda com uma vista para a serra. Exclusivo para um ou dois casais ou um casal e um adulto em cada casa – não recomendadas a idosos e crianças.

HISTÓRIA

Fundada no século XIX, em 1850, nos tempos áureos do café, recebeu o nome de Prosperidade. Queluz era uma antiga aldeia de índios Puris e parte da Estrada Real, compõe hoje a região onde se ergueu a propriedade. A partir de 1932 passou a se chamar Santa Vitória, onde se cultivava cana, café e hoje está estabelecida na produção de leite. Aberta em 2017, posiciona-se como uma fazenda produtiva em que é possível se hospedar. O projeto de revitalização do lugar e abertura das novas áreas é assinado pela arquiteta Fernanda Sarkis.

COMO FUNCIONA?

Recebe hóspedes de terça a domingo nos meses de alta temporada (janeiro, fevereiro e julho). O restante do ano funciona de quinta a domingo e, nos feriados pode variar. As refeições estão inclusas nas diárias (pensão completa). Consulte-nos para saber valores.

COMO CHEGAR?

É possível chegar à fazenda de carro (pela via Dutra) ou de helicóptero (há um heliponto credenciado pela ANAC dentro da propriedade). Também podem organizar o transporte.